Neste dia 17 de Maio de 2005, apetecia-me gritar, mas um grito enorme que vibrasse exageradamente nos timpanos de quem nos anda a lixar e acusticamente inserido numa VONTADE colectiva de mudar qualquer coisa neste cada vez mais, desgraçado e depauperado País. Será que em pleno século XXI, temos nós, pagadores de impostos e contribuintes desta “cambada engravatada e escolopêndrica” como apelidou e bem Zeca Afonso, de estar sujeitos a uma resignação cada vez mais doentia, perante todo este espectáculo de sabermos que aqueles que andam a brincar com o nosso dinheiro, nada lhes acontecer e ainda por cima, se autoproporem a novos mandatos para os lugares, onde precisamente defraudaram o erário público ? Será que nesta “democracia”, não há um qualquer poder, um que seja, eleito legitimamente por todos nós, que faça cumprir aquilo que de pouco nos resta nesta quinta de malfeitores, que é, a exigência de haver dignidade por parte de quem ocupa o poder nos vários orgãos institucionais e respeito para com aqueles que nas urnas depositam periodicamente o tal papelinho, ex-libris ou não, do chamado acto cívico e democrático ? Tantas ajudas da CE, tantas promessas não cumpridas, tantos energias desbaratadas, para quê? Dizem que estamos pior do que há uns anos atrás. Mas será que verdadeiramente o País não sabe trilhar o caminho correcto, a exemplo do que aconteceu com outros da nossa galáxia? Será das pessoas? Será dos dirigentes ou dos dirigidos? Será necessário começar tudo de novo ou temos capacidade de dar a volta a isto , em que os sacrifícios sejam repartidos proporcionalmente por todos?
"A vida é como a música. Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição, nunca por normas rígidas." Samuel Butler
17 maio 2005
27 abril 2005
25 ABRIL
25 Abril 2005
Talvez isto seja mesmo assim. As comemorações de certas datas que fizeram história, na História do nosso País, tendem a esfumarem-se no tempo, como se de nuvens passageiras sem retorno se tratassem. Para quem viu brotar, as razões desta comemoração, em pleno Abril do ano de 1974, compreende, agora que a distância temporal o permite concluir, que afinal tudo é dinâmico e precedido sempre de motivações tão diversas e interpretadas de tão variadas maneiras, que aquilo que fazia sentido há trinta anos, fica ridicularizado quando dito da mesmíssima maneira hoje, e em circunstâncias tão diferentes. Fui, mais uma vez, na noite de 24 Abril, assistir às comemorações da Revolução dos Cravos, na Praça S. João Baptista em Almada. Digo-o, sem qualquer reserva ou ambiguidade, que o que mais pesou na minha tomada de decisão, e estou certo, talvez de grande parte das pessoas que lá estavam, foi sem dúvida, a sempre esperada e agradável actuação de Rui Veloso e dos Clã. Agora..., ouvir no intervalo da actuação destes dois interpretes, no habitual discurso comemorativo, a Presidente da Câmara proclamar aos sete ventos, “Fascismo nunca mais”, inserido num discurso despropositado e exageradamente inflamado, não têm, passe o simplismo do justificativo, qualquer razão de ser. A Senhora Emília de Sousa, já devia ter compreendido que aqueles jovens, que eram a maioria da plateia no Largo S. João Baptista, estavam ali para “curtir” um pouco de música, e desligam-se cada vez mais de quem lhes fala assim, porque as mensagens proferidas nada ou pouco significam, para quem os problemas quotidianos não são o Fascismo, mas sim, as dificuldades de arranjar emprego, a alto custo das habitações, a degradação urbanística, a falta de segurança, enfim, um sem número de problemas que afligem os cidadãos de qualquer cidade deste País, e isto, Cara Emília de Sousa, não tem nada a vêr com fascismo, por vezes, até passa pela vontade de fazer “obra” a nível local e não passar o tempo a desculparem-se da inoperância e demoras do Poder Central. Para mim o 25 Abril é uma data a comemorar enaltecendo as suas virtualidades sociais, não um suporte de poder para o justificar no presente e ainda pior , igualmente no futuro.
Talvez isto seja mesmo assim. As comemorações de certas datas que fizeram história, na História do nosso País, tendem a esfumarem-se no tempo, como se de nuvens passageiras sem retorno se tratassem. Para quem viu brotar, as razões desta comemoração, em pleno Abril do ano de 1974, compreende, agora que a distância temporal o permite concluir, que afinal tudo é dinâmico e precedido sempre de motivações tão diversas e interpretadas de tão variadas maneiras, que aquilo que fazia sentido há trinta anos, fica ridicularizado quando dito da mesmíssima maneira hoje, e em circunstâncias tão diferentes. Fui, mais uma vez, na noite de 24 Abril, assistir às comemorações da Revolução dos Cravos, na Praça S. João Baptista em Almada. Digo-o, sem qualquer reserva ou ambiguidade, que o que mais pesou na minha tomada de decisão, e estou certo, talvez de grande parte das pessoas que lá estavam, foi sem dúvida, a sempre esperada e agradável actuação de Rui Veloso e dos Clã. Agora..., ouvir no intervalo da actuação destes dois interpretes, no habitual discurso comemorativo, a Presidente da Câmara proclamar aos sete ventos, “Fascismo nunca mais”, inserido num discurso despropositado e exageradamente inflamado, não têm, passe o simplismo do justificativo, qualquer razão de ser. A Senhora Emília de Sousa, já devia ter compreendido que aqueles jovens, que eram a maioria da plateia no Largo S. João Baptista, estavam ali para “curtir” um pouco de música, e desligam-se cada vez mais de quem lhes fala assim, porque as mensagens proferidas nada ou pouco significam, para quem os problemas quotidianos não são o Fascismo, mas sim, as dificuldades de arranjar emprego, a alto custo das habitações, a degradação urbanística, a falta de segurança, enfim, um sem número de problemas que afligem os cidadãos de qualquer cidade deste País, e isto, Cara Emília de Sousa, não tem nada a vêr com fascismo, por vezes, até passa pela vontade de fazer “obra” a nível local e não passar o tempo a desculparem-se da inoperância e demoras do Poder Central. Para mim o 25 Abril é uma data a comemorar enaltecendo as suas virtualidades sociais, não um suporte de poder para o justificar no presente e ainda pior , igualmente no futuro.
PSL_FIM
Depois de ter sido dos mais contestados ocupantes de S. Bento, tendo sido o líder partidário, responsável, pela maior derrota que alguma vez o seu partido sofreu em eleições legislativas, depois de encenar interesseiramente , o entra-não-entra, no retomar da Presidência da CML,
este homem poderia no minímo, ter sido bafejado pela iluminação de um qualquer Espirito Santo, e num gesto de lucidez racional, ter-se retirado com a dignidade que a situação merecia. Não foi isso que fez..., teve que ser linearmente “chutado” do cargo que pretendia prosseguir, na sua derrocada política, por um seu colega , de quem os avisos proferidos no último Congresso do partido, onde foi “eleito”, não mereceram a escuta devida. Agora só lhe resta, quem sabe, chamar a si, aquelas referências culturais em que se apoiou, em aparições públicas, cantores do nacional-cançãonetismo , actores reformados pelo próprio PSL quando foi ministro da cultura do governo de Cavaco Silva, enfim, alguns poucos mais, a quem a dádiva de um qualquer favôr é sempre recompensada por uma qualquer necessária, operação de marketing, e presidir a uma impensável Associação onde caibam os seguido/frustro/desiludidos, Santanetes. Que descanse em paz, politicamente, é claro.
este homem poderia no minímo, ter sido bafejado pela iluminação de um qualquer Espirito Santo, e num gesto de lucidez racional, ter-se retirado com a dignidade que a situação merecia. Não foi isso que fez..., teve que ser linearmente “chutado” do cargo que pretendia prosseguir, na sua derrocada política, por um seu colega , de quem os avisos proferidos no último Congresso do partido, onde foi “eleito”, não mereceram a escuta devida. Agora só lhe resta, quem sabe, chamar a si, aquelas referências culturais em que se apoiou, em aparições públicas, cantores do nacional-cançãonetismo , actores reformados pelo próprio PSL quando foi ministro da cultura do governo de Cavaco Silva, enfim, alguns poucos mais, a quem a dádiva de um qualquer favôr é sempre recompensada por uma qualquer necessária, operação de marketing, e presidir a uma impensável Associação onde caibam os seguido/frustro/desiludidos, Santanetes. Que descanse em paz, politicamente, é claro.
21 abril 2005
Figo
[Figo voltou a abordar a possibilidade de regressar à Selecção Nacional: “Deixei-a porque estava de certa forma cansado, queimado por tantos anos, e para dedicar-me totalmente ao clube. Como agora não jogo, o meu pensamento é diferente".]
Estas palavras proferidas pelo Figo a um Jornal espanhol, deixairam-me completamente desiludido. Então aquela imagem de dedicação, profissionalismo, patriotismo até, ao ponto de deixar de jogar na Selecção depois do Euro 2004, para que outros mais novos tivessem a sua oportunidade, rejuvenescendo asssim a equipa de todos nós, afinal, tudo isto que o Figo fez e disse... era tão sómente para ter tempo de se dedicar com mais afinco ao seu clube, ou seja, o Real Madrid. Ou seja, o "nosso" Figo, colocou os seus interesses e do Real Madrid, acima dos interesses da Selecção e consequentemente do País.
Toda aquela imagem de dedicação e apreço que eu tinha pelo Figo, a partir deste momento está colocada em causa, até prova em contrário.
Estas palavras proferidas pelo Figo a um Jornal espanhol, deixairam-me completamente desiludido. Então aquela imagem de dedicação, profissionalismo, patriotismo até, ao ponto de deixar de jogar na Selecção depois do Euro 2004, para que outros mais novos tivessem a sua oportunidade, rejuvenescendo asssim a equipa de todos nós, afinal, tudo isto que o Figo fez e disse... era tão sómente para ter tempo de se dedicar com mais afinco ao seu clube, ou seja, o Real Madrid. Ou seja, o "nosso" Figo, colocou os seus interesses e do Real Madrid, acima dos interesses da Selecção e consequentemente do País.
Toda aquela imagem de dedicação e apreço que eu tinha pelo Figo, a partir deste momento está colocada em causa, até prova em contrário.
17 abril 2005
PSL_1
É confrangedor, vêr o homem a estrebuchar nos seus últimos suspiros, de vida pública. Como já pouca gente lhe liga, até os seus comparsas de partido não compareceram no jantar de solidariedade, e pouco tempo de antena já tem direito, então o que é que este génio da politica pensou fazer? Bem, convocar a comunicação social para as obras inacabadas das Amoreiras/Marquês de Pombal, preparando-se para anunciar que o trânsito afinal vai ser alterado para melhor, claro. É evidente que do que ele quer falar é das próximas eleições autárquicas, e aí os jornalistas colocam-se a jeito, fazendo-lhe as mais variadas perguntas sobre a forma como vai reagir á decisão de Marques Mendes. É aqui que de uma forma cínica, passa a representar o papel de vítima, dizendo que afinal, deixou Figueira da Foz a pedido do Durão Barroso e com grande sacrificio pessoal etc...etc... para o partido ganhar Lisboa, portanto nesta altura, e agora concluo eu, o que me parece òbvio, o partido tem uma divida de gratidão para com o cidadão PSL. Espectacular, como diria o gordo Fernando Mendes, do concurso televisivo. Será que o homem não sabe fazer mais nada, do que viver da política? Inscreva-se numa qualquer Escola Profissional, talvez aprenda qualquer coisa de útil para si... e para o País.
13 abril 2005
PSL
Eu acho que o homem não tem qualquer pinga de vergonha. Então depois de ter demonstrado a todos nós, que a capacidade e elegância de gerir o que quer que seja, é aquilo que não tem e dificilmente irá ter, sem qualquer decoro, sobe á tribuna do Congresso do seu partido e proclama aos ventos de que o que é necessário, é retirar poderes ao Presidente sa Republica, para que futuramente nenhum poder maioritáriamente eleito possa ser demitido pelo PR, indepentemente de fazer todas as patifarias que bem entender e as malicências que quiser, sempre em nome do Povo. Ele, o PSL, ainda não compreendeu, ou então quer fazer de todos nós patetas, que pelo facto de ter plantado na Figueira umas palmeiras, de ter esburacado o centro de Lisboa e de ter dito umas banalidades como comentador desportivo, isto em nada poderia contribuir para se tornar num POLITICO. Não basta chamar sempre o Sá Carneiro, sempre que precisa de bengala, para se caracterizar politicamente. Ò homem seja aquilo que é..., olhe candidate-se ao SCP e seja feliz.
29 março 2005
PALMA, SEMPRE
O tempo não sabe nada,
O tempo não tem razão.
O tempo nunca existiu,
O tempo é nossa invenção.
Se abandonarmos as horas, não nos sentimos sós,
Meu amor, o tempo somos nós.
De Eternamente Tu de Jorge Palma
O tempo não tem razão.
O tempo nunca existiu,
O tempo é nossa invenção.
Se abandonarmos as horas, não nos sentimos sós,
Meu amor, o tempo somos nós.
De Eternamente Tu de Jorge Palma
26 março 2005
VPV
É lúgubre
Apareceu em cena um novo grupo com o propósito pouco original de salvar a Pátria e "refundar" a direita, neste caso o PSD. O chefe é o miraculado António Borges (que Deus salvou de um desastre de avião para nosso futuro gozo e benefício) e os comparsas já anunciados Leonor Beleza, Rui Rio, Aguiar Branco, Jorge Bleck (quem?...), Silveira Botelho e Alexandre Relvas. Como de costume, o chefe foi à televisão (à RTP, evidentemente) dizer de sua justiça e, como de costume, não tinha nada a dizer. Tudo espremido, Borges não passou da velha panaceia liberal, mil vezes repetida desde Thatcher e Reagan: reduzir o Estado, baixar impostos, privatizar e desregular. Falou também na "integridade" da política e no espírito de serviço público, duas baboseiras sem sentido, que ele piedosamente toma a sério. Se ele quer de facto, e jurou que sim, "discutir ideias", tem de arranjar primeiro meia dúzia delas.O mal disto não é o exercício em si, que de resto a lei garante e protege. O mal é a espécie de indivíduos que hoje sentem em si próprios a irresistível vocação de nos pastorear. De onde vêm eles? Que tradições representam? Quem os recomenda e apoia fora do pequeno mundo em que circulam? Ninguém sabe. Aconteceu o mesmo com o Compromisso Portugal e o Portugal Positivo. Um certo sucesso, uma certa competência e muita "modernidade" saloia chegaram para convencer personagens dolorosamente modestas da sua importância e lucidez. Para governar bem, julgam elas, basta aplicar as boas regras, como qualquer gestor em qualquer empresa ou em qualquer país "competitivo". A suspeita de que há uma diferença entre Portugal e a Irlanda ou, por exemplo, a Goldman Sachs não penetra, nem pode penetrar, naquelas cabeças. Embora substancialmente melhor e com uma vida que de Boliqueime a São Bento lhe ensinou muita coisa, Cavaco inaugurou a estirpe dos políticos que não conheciam Portugal: a história, a sociedade, a cultura. Estes de agora só vão até ontem. Antes de Cavaco o país não existia e hoje só existe como abstracção estatística. Daí a presunção absurda de que ele é uma massa moldável, a que basta aplicar as pressões convenientes, com o indispensável complemento de optimismo e fé: o famoso "acreditar em nós" tão útil no futebol e na economia. Não se consegue imaginar indigência mental mais devastadora e lúgubre. Mas com certeza o PSD vai gostar.Vasco Pulido Valente
Apareceu em cena um novo grupo com o propósito pouco original de salvar a Pátria e "refundar" a direita, neste caso o PSD. O chefe é o miraculado António Borges (que Deus salvou de um desastre de avião para nosso futuro gozo e benefício) e os comparsas já anunciados Leonor Beleza, Rui Rio, Aguiar Branco, Jorge Bleck (quem?...), Silveira Botelho e Alexandre Relvas. Como de costume, o chefe foi à televisão (à RTP, evidentemente) dizer de sua justiça e, como de costume, não tinha nada a dizer. Tudo espremido, Borges não passou da velha panaceia liberal, mil vezes repetida desde Thatcher e Reagan: reduzir o Estado, baixar impostos, privatizar e desregular. Falou também na "integridade" da política e no espírito de serviço público, duas baboseiras sem sentido, que ele piedosamente toma a sério. Se ele quer de facto, e jurou que sim, "discutir ideias", tem de arranjar primeiro meia dúzia delas.O mal disto não é o exercício em si, que de resto a lei garante e protege. O mal é a espécie de indivíduos que hoje sentem em si próprios a irresistível vocação de nos pastorear. De onde vêm eles? Que tradições representam? Quem os recomenda e apoia fora do pequeno mundo em que circulam? Ninguém sabe. Aconteceu o mesmo com o Compromisso Portugal e o Portugal Positivo. Um certo sucesso, uma certa competência e muita "modernidade" saloia chegaram para convencer personagens dolorosamente modestas da sua importância e lucidez. Para governar bem, julgam elas, basta aplicar as boas regras, como qualquer gestor em qualquer empresa ou em qualquer país "competitivo". A suspeita de que há uma diferença entre Portugal e a Irlanda ou, por exemplo, a Goldman Sachs não penetra, nem pode penetrar, naquelas cabeças. Embora substancialmente melhor e com uma vida que de Boliqueime a São Bento lhe ensinou muita coisa, Cavaco inaugurou a estirpe dos políticos que não conheciam Portugal: a história, a sociedade, a cultura. Estes de agora só vão até ontem. Antes de Cavaco o país não existia e hoje só existe como abstracção estatística. Daí a presunção absurda de que ele é uma massa moldável, a que basta aplicar as pressões convenientes, com o indispensável complemento de optimismo e fé: o famoso "acreditar em nós" tão útil no futebol e na economia. Não se consegue imaginar indigência mental mais devastadora e lúgubre. Mas com certeza o PSD vai gostar.
24 março 2005
Fausto
O Espectáculo está agendado para dia 27 de Maio no CCB. Não quero perder, por mais uma vez, a actuação deste cantor Maldito, Trovador mas nunca bobo, Sinaleiro, mas nunca policia, o solitário mais Solidário que conheço, como disse e bem, João Gobern.
23 março 2005
MOURINHO
"O Benfica merece ganhar o campeonato"
Entrevista exclusiva a José Mourinho
Será que verdadeiramente o homem têm mesmo razão? Eu sempre tive, contráriamente talvez á maioria dos pensantes opinadores desta terra, boa impressão do Mourinho. Acho que quando se trata de avaliar a capacidade de alguém no desempenho da sua função profissional ou outra, nunca se deve misturar as várias vertentes da personalidade da pessoa com o valor real que ela têm como profissionais. Ou seja, o Mourinho é aquilo que é, e aí não temos nada com isso, outra coisa é que, por onde passa como treinador de futebol deixa marca, e isto é inegável e comprovativo, como forma de avaliar a sua eficiência e qualidades profissionais. O resto são cantigas.
Entrevista exclusiva a José Mourinho
Será que verdadeiramente o homem têm mesmo razão? Eu sempre tive, contráriamente talvez á maioria dos pensantes opinadores desta terra, boa impressão do Mourinho. Acho que quando se trata de avaliar a capacidade de alguém no desempenho da sua função profissional ou outra, nunca se deve misturar as várias vertentes da personalidade da pessoa com o valor real que ela têm como profissionais. Ou seja, o Mourinho é aquilo que é, e aí não temos nada com isso, outra coisa é que, por onde passa como treinador de futebol deixa marca, e isto é inegável e comprovativo, como forma de avaliar a sua eficiência e qualidades profissionais. O resto são cantigas.
22 março 2005
Sócrates
Do pouco que vi relacionado com a apresentação/discussão do Programa do Governo/Sócrates, a sensação que fica, é de que afinal o Sampaio tinha mesmo razão.Viu-se talvez pela primeira vez, confragedoramente no Parlamento, numa apresentação de Programa de Governo a não existência de uma Oposição de dentes afiados, á espera e preparada para morder á mais pequena oportunidade, no novo Governo. Afinal isto estava tudo preso por arames, em referência a quem estava no poder, bem entendido, Santana/Portas e Companhia, era tudo faz-de-conta, tudo era envernizado para dar a sensação de que alguém tinha poder a nível governamental. Bastou o Presidente questionar a "Companhia", via voto eleitoral, para que os partidos PPD/PSD/PP se desmoronasse por uma qualquer implosão partidária.
INICIO
Começo por dizer que o Inicio é sempre o começo de qualquer coisa. É mais uma oportunidade para podermos dizer tudo, correndo o risco de sermos escutados... espero que daqui para diante, o silêncio se esvaia-a no infinito.
Subscrever:
Mensagens (Atom)