19 maio 2007

Inquietante

Como saírmos desta situação económica difícil em que nos encontramos é uma pergunta inquietante que paira na mente de imensos portugueses. A solução bem pode ser difícil de encontrar, mas será que passa pelo prolongamento das reformas de quem atingiu a fase final das suas vidas profissionais, provocando deste modo o aumento do desemprego de tantos jovens que bem poderiam ingressar no mercado de trabalho e que por este motivo ficam impedidos de o fazer!!!? Que país este, que para garantir a sustentabilidade da segurança social, mantém no activo trabalhadores com uma longa carreira contribuitiva e todos os direitos adquiridos a um descanso merecido e desemprega uma juventude ávida de iniciar uma vida a que tem direito?

3 comentários:

Ludovicus Rex disse...

Pois é Amigo, o desemprego atinge os 8,4%
O GOVERNO FALHA NO EMPREGO…
Desde o segundo trimestre de 2006 que a da taxa de desemprego tem vindo a subir consecutivamente. A tendência põe agora o índice do desemprego no valor mais alto desde 1998, ano em que o INE mudou os critérios de apuramento da taxa de desemprego. Atingiu o valor mais elevado dos últimos 20 anos…

UMA VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL!
Sempre em Luta!

Um abraço

MariaFaia disse...

Quanto às reformas, a coisa é pior meu amigo.
Estão a aposentar-se, mesmo com penalização, muitas centenas de trabalhadores, na casa dos 50 anos de idade que, depois, vão trabalhar para a privada. Acumulam reforma do estado mais salário da privada.
Se isto servisse para empregar os jovens, era uma mais valia muito importante. Mas, a verdade é que os serviços vão ficando desfalcados de pessoal e ninguém entra. Aí é que está o busilis da questão...
Tudo para uns e nada para outros, principalmente para aqueles que precisam iniciar uma carreira profissional e se vêm confrontados com mais desemprego.

XRéis disse...

A Verdade é que os Jovens começam as suas carreiras contributivas cada vez mais tarde, tudo isto junto com o prolongamento das reformas vai dar um envelhecimento dos trabalhadores no activo, que consequentemente vão tendo cada vez mais necessidade de faltar por doença, normalmente doenças do foro reumático, psicológico, etc...pois a idade não perdoa.
Já é tempo de se reflectir sobre estas questões.